quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A História dos Cabelos

Posted by Daianna Fernanda 15:42
A  Mulher e os Cabelos
Na mulher, que parece sempre sofrer mais com problemas capilares (talvez pelo stress ao qual é submetida na época moderna), ao contrário do homem, a calvície pode ser um sintoma de um quadro hormonal alterado e, como tal, deve ser tratada com terapias oportunas.
Se é verdade que em geral o homem aceita de má-vontade uma calvície precoce; para uma mulher, este problema pode assumir a conotação de uma verdadeira tragédia. Vale pois à pena, fazer todo o possível para conservar uma cabeleira sadia e vigorosa, confiando-a, desde que possível, às adequadas terapias preventivas.
Nos casos, ao invés, de graves calvícies, resistentes a toda e qualquer tentativa de tratamento, se pode recorrer às técnicas cirúrgicas quem vêm sendo praticadas já da vários anos e que são ,como tal, de grande confiabilidade.

Cabelo na história da humanidade

Os cabelos sempre se constituiram como excelente adorno do rosto, tidos historicamente para a mulher como símbolo de sedução e para o homem como demonstração de força.
Afrodite cobria sua nudez com a loira cabeleira e Sansão derrotou os filisteus quando recuperou seus fios preciosos.
Na Grécia antiga, ofertar as madeixas aos deuses representava um ato supremo, como se vê quando Berenice cortou seus cabelos e os ofereceu em sacrifício à Afrodite, para que seu marido Ptolomeu voltasse ileso da guerra da Síria.
No Egito antigo os faraós tinham nas perucas formas de distinção social, enquanto que para os muçulmanos manter uma pequena mecha no alto da cabeça era o ponto para que Maomé os conduzisse ao paraiso.
Na mitologia hindu os cabelos de Shiva mostram as direções do espaço e figuram em todo o universo.
Desde os escalpos indígenas até os cabelos das mulheres acusadas de ligação com as tropas alemãs da 2a guerra mundial, a cabeleira dos vencidos foi sempre exibida como troféu.
Por outro lado, enquanto os cabelos estiveram associados à idéia de força e beleza, a calvície ficou ligada ao conceito de sabedoria. Assim, os sacerdotes egípcios tinham a cabeça raspada como símbolo de desapego.
Sócrates orgulhava-se da sua falta de cabelos dizendo:
"Mato não cresce em ruas ativas!"
Mas foi Hipócrates, também um calvo célebre, quem estudou pioneiramente a alopécia relacionando-a à outras caracteristicas físicas.
O swami Pandarana Sannahdi , do mosteiro de Madras, na Índia, tinha em 1949, uma cabeleira de 7,92 metros de comprimento!
Na França, o Rei Sol Luiz XIV usava diariamente uma peruca para cobrir sua cabeça.
De qualquer forma, na civilização atual os cabelos perderam muito da função remota protetora, mas ainda marcam muitos pontos nos ítens "Beleza & Sedução".
Até hoje uma bela cabeleira denota força, situação social e poder.

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